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Foto do escritorRicardo Oliveira

CIP - Centro de Investigação Paranormal - Capítulo 6



SINOPSE DA TEMPORADA: Após anos de amizade e de parceria na UIL - Unidade de Investigação de Liverpool, como agentes de campo, onde suas especialidades eram na área de homicídios, Richard Campbell e Diana Davies, se reencontram na CIP - Centro de Investigação Paranormal, situado em Londres. A unidade CIP, é anexa à Polícia Metropolitana de Londres, a qual é chamada carinhosamente de New Scotland Yard, e investiga casos paranormais pelo mundo. Os agentes paranormais, fizeram especialização nesse tipo de fenômeno, quando se separaram, e agora, juntos novamente, irão pôr em prática três pilares: verificar, proteger e solucionar as manifestações insondados dos mistérios dos quais vão além da compreensão humana.

 

Capítulo 6: A Materialização


HÁ ALGUMA COISA?


Diana estava totalmente próxima de seu parceiro, e de olhos bem atentos com toda a ação. Sua curiosidade era evidente, e nunca havia visto algo assim, parecido, em toda a sua vida. Richard andou pelos cômodos do mosteiro, até chegar no refeitório, onde os religiosos faziam as suas refeições. Então, houve o “acúmulo de energia espectral”.


-Há alguma coisa aqui!-Afirmou Richard

-Uma alma penada?-Perguntou, sarcasticamente.

-Pode crer!-Confirmou a Diana.


De repente, na frente deles, esta carga se materializou. Diana estava pasmada.


-Nunca havia visto isso antes, Diana?-Questionou, vendo-a paralisada.

-Não! Por Deus, que aconteceu?-Disse, sem reação.

-Se materializou!-Respondeu com sabedoria.


Era um monge de aproximadamente um metro e sessenta, calvo, e de idade entre setenta a setenta e três anos.


-Veja o quadro!-Apontou para o retrato na parede do refeitório.

-É ele! O monge!-Estava apreensiva no seu primeiro caso com Richard.


Minutos depois, o monge avançou, derrubando os dois, que caíram de joelhos ao chão. Richard não pensou duas vezes, e correu atrás do espírito. Diana, o seguiu na sequência.


-Que merda estamos fazendo?-Questionou a agente paranormal, atrás do colega.

-Ele tem que ser detido, é a segunda parte do lema!-Confessou.


Eles perseguiram-o até o sótão existente no mosteiro e, como um “passe de mágica”, o religioso desapareceu.


-Não deveríamos pesquisar sobre quem é este frei?-Ela estava coberta de suor.

-Tem razão!-Ele sabia que era uma das tarefas a se fazer no momento.


Diante notou, que no meio de várias caixas fechadas, havia uma que encontrava-se aberta.


-Veja, há uma caixa que não fora cerrada!-Apontou com o dedo indicador.


Eles foram verificá-la.


- São diários do monge que acabamos de ver.-Falou para o parceiro.

- Amanhã pela manhã, levaremos para analisarmos.-Deu a direção.


Richard saiu, e Diana também. Desceram a escadaria. Foram para fora da abadia, e como já era tarde, retornaram ao hotel. No quarto, ele começa a desabotoar a camisa, enquanto Diana não tirava seus olhos do peito exposto.

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