A Israelense - Poema 13
- Ricardo Oliveira
- 30 de abr. de 2023
- 2 min de leitura
Resumo Narrativo do Poema: Tamara resolveu ir a um lugar e Floripa que não conhecia. Sem saber de que maneira seu primo agiria, ou se voltaria a pôr seu plano de matar seu pai em curso, enviou uma mensagem ao ex-companheiro, pedindo-lhe ajuda. Depois, partiu para a Praça XV, onde havia visto o Palácio Cruz e Sousa. Adentrando, ela respirou profundamente e, segurou com os dedos a pulseira de David, e vendo que uma mulher lá estava, desmedidamente fora questionar a respeito do escritor. Ao conseguir o endereço da moradia, partira, a sua busca.

RESUMO NARRATIVO: Tamara (palmeira) Amiel (Deus é meu povo) é uma israelense do Mossad, o Serviço Secreto de Israel. Ela tem tido em constância uma quimera com um homem que não conhece. Numa missão no Brasil, na cidade de Florianópolis, ela vai tentar encontrá-lo. Contudo, o escritor Renan Oliveira, também não conseguiu dormir à noite, tendo devaneios com uma israelita. Assim, ele deixa tudo para ir a Tel Aviv, Israel, atrás de uma mulher de cabelos longos, negros e portadora de olhos azuis. Será que eles irão se encontrar?
POEMA 13: PULSEIRA DE DAVID

Ainda era dia, e Tamara resolveu seguir…
Ir para um lugar que não conhecia,
Mas que viu por ali, bem à sua frente,
E poderia ser o elo de ligação,
Com aquele seu amor inconsequente,
Que a terna paz interior lhe trazia.
Sem saber se seu primo voltaria,
Ou qual era o seu próximo passo,
Enviou uma mensagem ao ex-companheiro seu:
-Caso consigas ser para mim, um aliado perfeito,
Quero que de onde estiveres, investigue o que não vejo,
Sobre o que supostamente teria acontecido a Nissim,
Para ter despertado tal raiva, e na sua loucura,
Sentir que deva destronar o meu amado pai.
Depois disso, deixou o hotel,
E partira novamente a Praça XV,
Onde viu o Palácio Cruz e Sousa, e adentrando,
Respirou profundamente, segurando com seus dedos,
A bela pulseira de David, que havia ganho,
Ao completar seus quinze anos.
Então, percebeu que uma mulher estava por lá,
E desmedidamente, fora até ela perguntar:
-Há algum escritor existente que,
Eu possa ir até ele visitar?
A moça bateu com o dedo indicador sobre o queixo,
E ficou alguns minutos a pensar no assunto,
Na sequência, respondeu devidamente a Israelense:
-Há um bem famoso em Floripa! Seu nome é Renan Oliveira,
Porém, muitos outros também moram nesta cidade,
Qual deles queres ler os livros, na realidade?
Não havia nenhuma dúvida sequer,
O seu cavaleiro dos verbetes era único,
Renan lhe soava mais imponente,
E o queria mais do que tudo.
Após conquistar o endereço da moradia,
Agradecida, saiu correndo eufórica,
De longe avistou um meio de transporte,
E foi percorrer a sua própria sorte.
PRÓXIMO POEMA: VOCÊ EM TODAS AS PALAVRAS
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