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A Israelense - Poema 13

Resumo Narrativo do Poema: Tamara resolveu ir a um lugar e Floripa que não conhecia. Sem saber de que maneira seu primo agiria, ou se voltaria a pôr seu plano de matar seu pai em curso, enviou uma mensagem ao ex-companheiro, pedindo-lhe ajuda. Depois, partiu para a Praça XV, onde havia visto o Palácio Cruz e Sousa. Adentrando, ela respirou profundamente e, segurou com os dedos a pulseira de David, e vendo que uma mulher lá estava, desmedidamente fora questionar a respeito do escritor. Ao conseguir o endereço da moradia, partira, a sua busca.


RESUMO NARRATIVO: Tamara (palmeira) Amiel (Deus é meu povo) é uma israelense do Mossad, o Serviço Secreto de Israel. Ela tem tido em constância uma quimera com um homem que não conhece. Numa missão no Brasil, na cidade de Florianópolis, ela vai tentar encontrá-lo. Contudo, o escritor Renan Oliveira, também não conseguiu dormir à noite, tendo devaneios com uma israelita. Assim, ele deixa tudo para ir a Tel Aviv, Israel, atrás de uma mulher de cabelos longos, negros e portadora de olhos azuis. Será que eles irão se encontrar?

 

POEMA 13: PULSEIRA DE DAVID

Fonte: https://www.elo7.com.br/

Ainda era dia, e Tamara resolveu seguir…

Ir para um lugar que não conhecia,

Mas que viu por ali, bem à sua frente,

E poderia ser o elo de ligação,

Com aquele seu amor inconsequente,

Que a terna paz interior lhe trazia.


Sem saber se seu primo voltaria,

Ou qual era o seu próximo passo,

Enviou uma mensagem ao ex-companheiro seu:

-Caso consigas ser para mim, um aliado perfeito,

Quero que de onde estiveres, investigue o que não vejo,

Sobre o que supostamente teria acontecido a Nissim,

Para ter despertado tal raiva, e na sua loucura,

Sentir que deva destronar o meu amado pai.


Depois disso, deixou o hotel,

E partira novamente a Praça XV,

Onde viu o Palácio Cruz e Sousa, e adentrando,

Respirou profundamente, segurando com seus dedos,

A bela pulseira de David, que havia ganho,

Ao completar seus quinze anos.


Então, percebeu que uma mulher estava por lá,

E desmedidamente, fora até ela perguntar:

-Há algum escritor existente que,

Eu possa ir até ele visitar?


A moça bateu com o dedo indicador sobre o queixo,

E ficou alguns minutos a pensar no assunto,

Na sequência, respondeu devidamente a Israelense:

-Há um bem famoso em Floripa! Seu nome é Renan Oliveira,

Porém, muitos outros também moram nesta cidade,

Qual deles queres ler os livros, na realidade?


Não havia nenhuma dúvida sequer,

O seu cavaleiro dos verbetes era único,

Renan lhe soava mais imponente,

E o queria mais do que tudo.


Após conquistar o endereço da moradia,

Agradecida, saiu correndo eufórica,

De longe avistou um meio de transporte,

E foi percorrer a sua própria sorte.

 

PRÓXIMO POEMA: VOCÊ EM TODAS AS PALAVRAS

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